terça-feira, 2 de agosto de 2011

Papel ao vento

Papel ao Vento
Um senhor, há muito tempo, tanto falou que seu vizinho era ladrão que o rapaz acabou preso. Dias depois, descobriram que era inocente. O rapaz foi solto e processou o homem. No tribunal, o velho diz ao juiz: “Comentários não causam tanto mal”. E o juiz responde: “Escreva os comentários num papel, depois pique e jogue os pedaços no caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença”. O senhor obedeceu e voltou no dia seguinte. - Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou ontem, disse o juiz. Responde o velho: - Não posso fazer isso. O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde estão. Responde o juiz: - Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um homem, a ponto de não podermos consertar o mal. Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada. Sejamos donos de nossa boca, para não sermos escravos de nossas palavras.


" O primeiro passo para a sabedoria é o silêncio; o segundo, a escuta."
( Prov. 1:5 )


Fonte :
http://www.universidadedabiblia.com/Mensagem--da--Semana.php

sábado, 5 de junho de 2010

CUIDADO COM AS CILADAS ESPIRITUAIS

1 - Uma das ciladas e quem é que a lança


“Quanto ao mais, sede fortalecidos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para poderdes ficar firmes contra as ciladas do diabo; porque a nossa luta não é contra o sangue e a carne, e sim contra os principados e potestades, contra os dominadores deste mundo tenebroso, contra as forças espirituais do mal, nas regiões celestes” Efésios 6.10-12.

Uma das ciladas faz com que que o crente se confunda. Na confusão mental, o crente esquece-se que precisa buscar fortalecimento em Deus e que há força no poder do Senhor. As ciladas são lançadas pelo nosso único inimigo.

O crente em Cristo, quando está confundido, passa a lutar contra quem não é o seu inimigo. A inimizade real que o crente tem não é contra outro crente em Jesus. Segundo a Palavra de Deus, o crente não tem que lutar contra a carne e o sangue (os seus semelhantes). A batalha do crente é espiritual.


2 - Quem é o inimigo?

Jesus Cristo e Estevão sabiam que o real inimigo não era de sangue e carne. Eles lutaram apenas contra o verdadeiro inimigo até o último fôlego de vida, durante suas existências nesta terra. Jesus ao ser crucificado e Estevão apedrejado, demonstraram que não haviam caído na cilada do diabo, provaram que tinham olhos espirituais e que suas mentes não estavam confundidas. Em favor de seus algozes, que se comportavam como inimigos, oraram: “Pai, perdoa-lhes porque não sabem o que fazem; não lhes imputes este pecado” (Lucas 23.34; Atos 7.60).

3 - O nosso real inimigo

“Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar” - 1ª Pedro 5.8.

A sobriedade de Jesus e de Estevão deve ser nossa também. Devemos sempre considerar que as pessoas que se comportam com raiva e ódio contra nós não sabem o que estão fazendo. Realmente, elas caíram na cilada do diabo. É uma cilada de engano mental, uma cilada que confunde o crente em Jesus fazendo-o parar de lutar contra o verdadeiro inimigo, que é espiritual, e passando a lutar contra os próprios irmãos e semelhantes de sangue e carne.

Algumas pessoas estão tão confundidas que acreditam que o diabo não existe!


4 - O comportamento do crente sóbrio

A prática do crente que não está confundido é demonstrar que é diferente, naturalmente ele dá provas no seu dia a dia que não confunde-se quanto ao seu real inimigo.

Qual é a diferença que o crente em Cristo precisa ter? Jesus Cristo descreveu esta diferença de uma maneira muito clara.

“Digo-vos, porém, a vós outros que me ouvis: amai os vossos inimigos, fazei o bem aos que vos odeiam; bendizei aos que vos maldizem, orai pelos que vos caluniam. Ao que te bate numa face, oferece-lhe também a outra; e, ao que tirar a tua capa, deixa-o levar também a túnica; dá a todo o que te pede; e, se alguém levar o que é teu, não entres em demanda. Como quereis que os homens vos façam, assim fazei-o vós também a eles. Se amais os que vos amam, qual é a vossa recompensa? Porque até os pecadores amam aos que os amam. Se fizerdes o bem aos que vos fazem o bem, qual é a vossa recompensa? Até os pecadores fazem isso. E, se emprestais àqueles de quem esperais receber, qual é a vossa recompensa? Também os pecadores emprestam aos pecadores, para receberem outro tanto. Amai, porém, os vossos inimigos, fazei o bem e emprestai, sem esperar nenhuma paga; será grande o vosso galardão, e sereis filhos do Altíssimo. Pois ele é benigno até para com os ingratos e maus” - Lucas 6.27-35.

Essas palavras de Jesus são seríssimas! Nem todos são filhos de Deus, apenas as pessoas sóbrias, aquelas que não se deixaram prender pela cilada da confusão mental que o adversário lança contra o crente em Cristo.


5 - Use sua mente: analise o que é supérfluo e o que é importante


Nos momentos de choque de opiniões com os semelhantes, o crente em Cristo precisa decidir entre o comportamento de quem está no laço do diabo ou não.

“O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo. O vento sopra onde quer, ouves a sua voz, mas não sabes donde vem, nem para onde vai; assim é todo o que é nascido do Espírito” - João 3.6-8.

Apenas quem caminha no Espírito é filho do Altíssimo e sua mente não está confundida quanto ao real inimigo. O crente que renasce no Espírito, evita praticar as atividades da carne, isto é, evita responder às vontades do ser humano que ainda não nasceu de novo.

Quais são essas vontades: “prostituição, impureza, lascívia, idolatria, feitiçarias, inimizades, porfias, ciúmes, iras, discórdias, dissensões, facções, invejas, bebedices, glutonarias e coisas semelhantes a estas” (Gálatas 5.19-21).

Graças a Deus é possível renovar o nosso entendimento e andar no Espírito. Para isto, basta fazer como Davi: “Guardo no coração as tuas palavras, para não pecar contra ti” - Salmo 119-11.



6 - O processo da renovação da mente é o mesmo processo do novo nascimento

Romanos 12.1-2 é um texto muito conhecido entre os cristãos. Refere-se sobre a necessidade do crente ter sua mente em constante renovação, cuidar para não ter a mente envelhecida!

O crente renovado é o crente que não se conforma (não se molda aos costumes e formas) daqueles que estão neste mundo. Ou seja, segue as orientações de Cristo quanto a não agir como as pessoas que estão neste mundo. Ele é sempre misericordioso.

Davi, após seus pecados, orou pedindo a Deus um espírito renovado e inabalável (Salmo 51.10).

O crente renascido é o crente que não se deixa envelhecer. Quem escolhe ser fiel a Deus sempre é novo espiritualmente e permanece livre das ciladas do diabo, pois sabe quem realmente é o seu inimigo e quem é o seu Senhor. "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres" - João 8.36.


Quem está em Cristo é nova criatura, os costumes velhos são coisas do passado (Salmo 103.5; 2ª Corintios 5.17; Colossenses 3.10). Ele tem a Palavra de Deus no coração, e como as misericórdias de Deus, que se renovam a cada manhã, com ele ocorre o mesmo processo, é sempre misericordioso com quem age de maneira ruim contra si, pois sabe que o seu semelhante, que o trata como adversário, está confuso, então sempre o perdoa e roga em favor dele ao Senhor (Lamentações 3.22; Tiago 2.13).

É a Palavra de Deus no coração do crente em Cristo que o mantém sóbrio, sempre rejuvenescido (2ª Corintios 4.16; Colossenses 3.16).

E.A.G.
fonte:
http://belverede.blogspot.com/
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Devo ser preenchido com o Espírito Santo?

Esta pergunta revela um equivoco que poderia ser interpretado como uma crítica de maturidade espiritual. O Espírito Santo é uma pessoa, então a pergunta correta seria: “Devo ser preenchido com o pessoa do Espírito Santo? “Para responder a essa pergunta, primeiro você precisa saber quem Ele é.Jesus definiu a pessoa do Espírito Santo e Sua obra. Não há maior fonte de informação a respeito do Espírito que as próprias palavras do Mestre.

Olhe esses versos:

• João 14:16-17

• João 16:12-15

Jesus disse que o Espírito Santo seria um conselheiro, um Espírito da verdade, para estar conosco para sempre. Muitas vezes, ele é referido como o “dom” de Cristo. Mas devemos entender que Ele é uma pessoa viva, não um poder inanimado. E ele vem para uma finalidade só para revelar Jesus Cristo.
Muitos resistem em serem cheio do Espírito, porque o imaginam como uma espécie de força estranha que faz com que as pessoas fazem coisas estranhas. Aqueles que realmente conhecem o Espírito lhe dirá, Ele é estranho às vezes, mas ele é um companheiro e confiável.
O Espírito Santo tem um desejo: o de revelar Jesus Cristo completamente para você. Ele não tem outra agenda. Assim, para buscar a Sua plenitude é ser mergulhado na revelação transformadora de Cristo. Quem não desejaria querer isso?

Romanos 8:9 diz: “Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele. ” . Versículo 6, diz que só quando nossas mentes são controladas pelo Espírito Santo que podemos esperar para ter vida e paz.

O Espírito pessoalmente dá-nos a própria vida de Jesus. A Bíblia é clara: sem ele, é impossível conhecer a Deus ou a viver de forma eficaz. Ele é nossa conexão com tudo o que é de Cristo.
Portanto, a questão realmente não é “Deveria Eu ser cheio do Espírito Santo? “, Mas” O que me segura de recebê-Lo? “Para a maioria das pessoas, é uma experiência, equívoco ou aversão a rendição completa.
O que há em você que se levanta para protestar? Que medos que você tem dele? De onde é que esses temores vêm?
O Espírito Santo é uma pessoa, na verdade, Ele é Deus. Ele vem para governar. Ele vem para realizar em sua vida, uma mudança de caratér que por sí só você não tem (ver Gal. 5:22-23). Ele vem como a solução definitiva para toda a desordem natural do ser humano, sem a qual você nunca irá cumprir a vontade de Deus.

JULIE R. WILSON é um professor de Bíblia e um escritor freelance e editor vivendo em Lubbock, Texas.

Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele.

fonte:
http://padom.com.br/devo-ser-preenchido-com-o-espirito-santo

segunda-feira, 31 de maio de 2010

DICA DE COMO ESTUDAR A BIBLIA

Uma das condições para estudar a Bíblia com o máximo de proveito é estudá-la como a Palavra de Deus. O apóstolo Paulo, ao escrever aos tessalonicenses, dava graças incessantes a Deus por eles terem recebido a palavra anunciada “não como palavra de homens, e sim como, em verdade é, a palavra de Deus” (1 Ts 2.13).
Aquele que não crê que a Bíblia é a Palavra de Deus deve ser encorajado a estudá-la. Anteriormente eu também duvidava que fosse a Palavra de Deus, mas hoje a firme confiança que tenho veio mais do estudo da própria Bíblia do que de qualquer outra fonte. Aqueles que duvidam são geral­mente os que estudam sobre a Bíblia e não os que investigam e buscam dentro dos prprios ensina­mentos da Bíblia.
Estudar a Bíblia como Palavra de Deus envolve quatro coisas:
1. Envolve a aceitação incondicional dos seus ensinamentos, assim que forem claramente descobertos, mesmo que pareçam ser irrazoáveis ou impossíveis. A razão exige que submetamos nosso juízo e raciocínio às declarações da sabedoria infinita. Nada é mais irracional que o racionalismo que faz da sabedoria finita o teste para avaliar a sabedoria infinita; e que submete os ensinamentos da onisciência de Deus à aprovação do juízo humano. A mente presunçosa diz: “Isto não pode ser verdade, mesmo que Deus o tenha dito, pois não é aprovado por minha razão”. “Quem és tu, ó homem, para discutires com Deus?!” (Rm 9.20).
A verdadeira sabedoria humana, ao encontrar-se com a sabedoria infinita, curva-se diante dela e diz: “Fale o que quiser e acreditarei”. Uma vez formos convencidos de que a Bíblia é a Palavra de Deus, seus ensinamentos terão de ser o fim de toda controvérsia e discussão. Um “Assim diz o Senhor” resolve toda questão. Entretanto, muitos que afirmam acreditar que a Bíblia é a Palavra de Deus balan­çam a cabeça e dizem: “Sim, mas eu acho assim e assim”; ou “Doutor fulano, ou Professor beltrano, ou nossa igreja ensina de outra maneira”. Nesta base, há pouco proveito para o estudo da Bíblia.
2. Estudar a Bíblia como Palavra de Deus envolve total confiança em todas suas promes­sas, em toda sua extensão e abrangência. A pessoa que estuda a Bíblia como Palavra de Deus não descontará uma vírgula de qualquer uma de suas promessas. Ele dirá: “O Deus que não pode mentir prometeu”, e não tentará fazer Deus de mentiroso, fazendo com que sua palavra signifique menos do que de fato está dizendo. Aquele que estuda a Bíblia como a Palavra de Deus estará sempre à procura das suas promessas. Ao encontrar uma, procurará verificar seu verdadeiro significado, e então colocará sua confiança total no que ela diz.
Este é um dos segredos do estudo proveitoso da Bíblia. Procure por promessas, e apro­prie-se delas o mais rápido que puder, preenchendo as condições e arriscando tudo por elas. É assim que se toma posse de toda a plenitude da bênção de Deus. Esta é a chave a todos os tesouros da graça de Deus. Feliz é o homem que aprendeu a estudar a Bíblia de tal forma que está pronto para apropriar para sua vida cada promessa que encontra, e a arriscar tudo para confiar nela.
3. Estudar a Bíblia como Palavra de Deus envolve obediência imediata a todos os seus princípios. Obediência pode parecer algo duro e impossível; mas Deus a ordenou, e nada temos a fazer, senão obedecer e deixar os resultados com ele. Para ter proveito no seu estudo da Bíblia, decida que de hoje em diante se apropriará de cada promessa que lhe for revelada, e que obedecerá a cada ordem clara. Se o significado da promessa ou da ordem não for claro, procure esclarecimento e luz para en­tender.
4. Estudar a Bíblia como Palavra de Deus envolve estudá-la como se estivesse na pre­sença de Deus. Quando lê um versículo da Escritura, ouça a voz do Deus vivo falando diretamente a você naquelas palavras escritas. Há um novo poder e uma nova atração na Bíblia quando se aprende a ouvir uma pessoa viva e presente – Deus, nosso Pai – conversando diretamente consigo naquelas pala­vras.
Uma das afirmações mais fascinantes e inspiradoras na Bíblia é: “Andou Enoque com Deus...” (Gn 5.24). Podemos ter a gloriosa companhia de Deus a qualquer momento, simplesmente abrindo sua Palavra, e deixando o Deus vivo e sempre presente falar conosco através dela. Que reve­rência santa, que alegria estranha e inexprimível, se sentirá quando se estuda a Bíblia desta maneira! É o céu descendo para a terra.
A Chave do Entendimento
Outra condição para o estudo bíblico proveitoso é uma atitude de oração. O salmista orou: “Desvenda os meus olhos, para que eu contemple as maravilhas da tua lei” (Sl 119.18). Todo aquele que desejar um estudo proveitoso deve oferecer uma oração semelhante cada vez que começar a estu­dar a Palavra. Poucas chaves poderão abrir muitos “cofres” trancados cheios de tesouros. Poucas pis­tas poderão levar à solução de muitos enigmas. Poucos microscópios desvendem muitas maravilhas escondidas dos olhos do observador comum. Quanta luz nova brilha a partir de um texto conhecido quando se dobra o joelho colocando o texto diante dele em oração!
Eu acredito que se deve estudar a Bíblia freqüentemente de joelhos. Quando se lê um livro inteiro de joelhos – o que pode ser feito sem dificuldade alguma – aquele livro assume um novo signifi­cado e se torna um novo livro. Nunca se deve abrir a Bíblia sem pelo menos elevar seu coração em oração silenciosa, pedindo que a interprete e que ilumine suas páginas com a luz do seu Espírito. É um raro privilégio estudar qualquer livro sob a orientação imediata e a instrução do seu autor; no entanto este privilégio é de todos nós quando estudamos a Bíblia.
Quando chegar a uma passagem de difícil compreensão, ou difícil interpretação, ao invés de desistir, ou de correr para algum conhecido erudito, ou para algum comentário, coloque a passagem diante de Deus e peça-lhe para explicá-la. Clame baseado na promessa: “Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida. Peça-a, porém, com fé, em nada duvidando...” (Tg 1.5-6).
Harry Morehouse, um destacado estudioso da Bíblia, dizia que quando encontrava uma passagem da Bíblia que não conseguia compreender, buscava por uma outra passagem que pudesse iluminá-la, e colocava-a diante de Deus em oração. Afirmou que nunca encontrou uma passagem que resistisse a este tratamento.
Alguns anos atrás, viajei pela Suíça com um amigo, e visitamos algumas das famosas ca­vernas zoolíticas que existem ali. Um dia fomos convidados para ver uma caverna de rara beleza e inte­resse, longe das trilhas turísticas mais conhecidas. O guia nos conduziu através de matas e arbustos à entrada da caverna.
Quando entramos, tudo estava escuro e escabroso. O guia fez uma longa exposição sobre a beleza da caverna, contando sobre os altares e formações fantásticas; no entanto, não podíamos ver absolutamente nada. De vez em quando, dava uma advertência para tomarmos cuidado, pois próximo aos nossos pés estava um abismo cujo fundo nunca fora alcançado. Começamos a temer que fôssemos os primeiros a descobrir aquele fundo.
Não havia nada de agradável em tudo isso. Mas logo acendeu-se um lume de magnésio, e tudo se transformou. Estalagmites subiam do solo para se encontrar com as estalactites que desciam do teto. O grande altar da natureza que a imaginação primitiva atribuía à habilidade dos religiosos da anti­güidade, e as belas e fantásticas formações minerais por todos os lados, reluziam juntos com beleza mágica sob o reflexo da luz.
Comparei muitas vezes esta experiência a uma passagem das Escrituras. Os outros podem descrever sua beleza, mas você não a enxerga. Parece-lhe até escura, intricada, ameaçadora e peri­gosa; entretanto, quando a própria luz de Deus é acesa ali pela oração, tudo se transforma num ins­tante. Vê-se uma beleza que linguagem não pode expressar. Somente aqueles que puderam estar ali naquela mesma luz podem apreciá-la.
Quem quiser compreender e amar sua Bíblia precisa estar em muita oração. Oração con­seguirá mais do que uma formação universitária para fazer da Bíblia um livro aberto e glorioso.
Extraído de How to Study the Bible (Como Estudar a Bíblia) por R. A. Torrey.

Fonte
http://prarocha.blogspot.com/2009/07/estudando-biblia.html

sábado, 14 de novembro de 2009

ola vamos dar inicio a esa nova fase de um blog da rocha eterna


ESTEJAM TODOS FIRMES NA ROCHA ETERNA QUE É O SENHOR , NEM AS AGUAS OU TEMPESTADE TE ABALARA